Dicas para emagrecer bem e com saúde

Atualmente o que mais observamos são pessoas fazendo ou pensando em fazer dieta. Algumas pessoas querem emagrecer a qualquer custo se atirando em dietas radicais e que prometem milagres.

Se você precisa ou quer emagrecer, não esqueça que mais importante do que perder peso é ter saúde.

Dietas radicais podem até oferecer um resultado satisfatório a curto prazo, mas podem comprometer sua saúde, porque geralmente retiram do cardápio nutrientes essências para o seu organismo.

Outro fator que deve ser levado em conta é que as dietas podem oferecer resultados diferentes dependendo de cada pessoa. Emagrecer de forma saudável requer conhecimento, disciplina, paciência e disposição para mudança de hábitos.

Como emagrecer bem

Em primeiro lugar não existe milagre. Para preservar a sua saúde, o ideal é fazer uma reeducação alimentar. Para perder peso é preciso que seu corpo queime mais calorias do que consome.

Para isto são necessárias 2 medidas: ajuste dos hábitos alimentares e atividade física.

Esse processo leva tempo e deve ser feito de maneira gradativa, sem passar fome ou restringir totalmente nutrientes do seu cardápio.

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Busque informações sobre o seu peso ideal e estabeleça metas dentro da realidade.

O processo de emagrecimento deve ser gradual e equilibrado. Numa dieta equilibrada a perda de peso é de 500g a 1 kg por semana.

Procure manter-se tranquilo, evite estresse e situações que provoquem sua ansiedade.  Muitas pessoas estão acima do peso ideal por razões mais emocionais do que físicas.

Selecionamos algumas dicas simples que você pode seguir para obter um emagrecimento saudável e mantê-lo.

  • Consuma alimentos termogênicos que ajudam a acelerar o metabolismo;
  • Pratique exercícios regularmente;
  • Diminua o consumo de açúcar e sal;
  • Beba bastante água e chás que ajudam a emagrecer;
  • Não consuma gorduras trans e saturadas;
  • Evite ou reduza bebidas alcoólicas;
  • Consuma carboidratos com baixo nível glicêmico (açúcar), de preferência os integrais. O feijão, a lentilha, a ervilha, o arroz integral são ricos em carboidrato;
  • Consuma frutas e hortaliças cruas;
  • Se você é do tipo que gosta de “beliscar” (comer fora de hora) procure consumir sementes que oferecem uma ótima fonte de fibras;
  • Consuma generosas porções de proteína como ovos, laticínios, queijos magros, iogurtes, carnes magras, sardinha e alimentos à base de soja. A proteína além de acelerar o metabolismo proporciona saciedade;
  • Capriche no café da manhã acrescentando fibras, carboidratos e proteínas;
  • Durma bem, pelo menos 7 horas por noite.

Não esqueça, estar no peso ideal é saudável, mas não teria sentido que, para isto você prejudique a sua saúde.

Que alimentos evitar para perder peso?

Perder peso, sem dúvida, é o sonho de 99,9% das mulheres. Não para menos, dietas que prometem “milagres” costumam fazer um enorme sucesso.

O problema é que essas dietas costumam ser extremamente restritivas, ou seja, impossíveis de serem seguidas por muito tempo, o que significa, recuperar o peso perdido logo após o final da dieta.

Pesquisas e estudos já demonstraram que o melhor para perder peso de forma segura e definitiva é através de uma alimentação equilibrada e saudável, exercícios e utilizando emagrecedores naturais que funcionam mesmo, Sibutina é um muito bom.

Porém, se pretende dar uma acelerada em todo esse processo, vale a pena, sim, riscar, pelo menos, alguns itens do cardápio por um tempo, pois existem certos alimentos que além de prejudicar a saúde, ainda colaboram para acumular medidas, o que você, claro não quer.

Se não conseguir retirar esses alimentos, definitivamente, do cardápio, pelo menos, evite-os no início do processo de emagrecimento, quem sabe, com o tempo, você até se acostume a viver sem esses itens? Quer saber quais são? Papel e caneta nas mãos, anote!

Alimentos a serem evitados

  • Refrigerante: São bebidas adoçadas com açúcar, por isso, não recomendas em dietas, prefira em sua versão sem açúcar.
  • Pão branco: são carboidratos simples, conhecidos por não saciarem. Por isso, é comum comermos várias fatias.
  • Sucos de fruta: Os sucos de fruta, em sua grande maioria, encontrados em supermercado, geralmente, são altamente processados e carregados de açúcar, que é um dos principais contribuintes para o ganho de peso.
  • Carnes processadas: As carnes processadas, como presunto, bacon e salsichas podem contribuir para o crescimento da sua cintura.

Reeducação alimentar para perder peso

Quando se fala em reeducação alimentar, é procurar, aos poucos, conduzir de forma mais saudável possível sua alimentação.

Acima vimos os principais alimentos a serem evitados, pelo menos, no início de uma reeducação alimentar, ressaltando que, na maioria das vezes, os benefícios percebidos ao retirar esses itens do cardápio, são tantos, que as pessoas percebem que podem viver, perfeitamente, sem eles.

Mas, lembrando que nada deve ser visto como proibido, apenas a ser evitado, pois psicologicamente, tudo visto como definitivo não costuma dar certo. Por exemplo, até mesmo os Alcoólicos anôninos usam a expressão “mais um dia”, “só por hoje”…

É preciso considerar que os produtos industrializados são carregados de corantes, conservantes e os mais diversos produtos químicos, usados para dar aroma, sabor, textura, durabilidade… não fazem nada bem á saúde.

Produtos light, embora vendam a falsa ideia de que não engordam, eles podem fazer parte do cardápio, com muita cautela, já que, na maioria das vezes, as diferenças entra as duas versões são mínimas e incapazes de oferecer algum benefício. Sem falar que eles causam a falsa ideia de que podem ser consumidos sem nenhum tipo de moderação ou controle.

Enfim, não é demais lembrar que todos os alimentos podem, e devem, ter espaço em uma alimentação equilibrada, tudo é permitido, desde que haja moderação e seja consumido, de preferência, em ocasiões especiais.

Como emagrecer com a dieta do metabolismo rápido

Já tentou de tudo para emagrecer, mas não teve sucesso algum? Sabia que, provavelmente, a culpa é de seu metabolismo? Confira o que fazer para turbinar sua perda de peso com a dieta do metabolismo rápido.

Não é de hoje que se sabe que o metabolismo lento é o principal culpado do insucesso das dietas. Ou seja, de nada adianta fechar a boca, suar litros nas academias, se privar de delícias calóricas se o metabolismo estiver muito lento.

O fato é que a dieta do metabolismo rápido vem ganhando popularidade a cada dia e, principalmente, depois que a atriz Jennifer Lopez confessou que é o seu segredo para manter um corpo impecável aos 50 anos.

A dieta foi criada em 2013, pela nutricionista americana Haylie Pomroy, que lançou o livro Fast Metabolism Diet, baseado em sua própria experiência como nutricionista das celebridades americanas.

O que a dieta do metabolismo rápido promete é animador: menos 10 quilos em 28 dias.

Ok, mas é preciso ter em mente que para atingir essa meta, as regras da dieta devem ser seguidas à risca, o que quer dizer que se deve fazer cinco refeições por dia, comer após acordar (30 minutos no máximo), beber bastante água e consumir só os alimentos permitidos nas listas.

Sem fome ou monotonia

Ideal para quem não gosta de monotonia, na dieta do metabolismo rápido o cardápio é dividido em três fases, com duração de dois ou três dias cada, que são repetidas por 4 semanas (os tais 28 dias), cada uma com um grupo de nutrientes predominantes e uma recomendação da atividade física ideal.

De uma forma geral, a dieta permite comer verduras à vontade e carnes magras, em grande quantidade.

Por outro lado, deve se preparar para abrir mão dos produtos muito industrializados e daqueles com um potencial de provocar processos inflamatórios no organismo, assim como, doces, sucos de fruta, frutas secas, café, refrigerante (normal e zero) e bebida alcoólica.

No final das quatro semanas, esses alimentos podem voltar devagar ao cardápio, embora algumas pessoas ao perceberem o bem-estar ao excluí-los até prefiram abrir mão definitivamente de muitos deles.  Para facilitar este processo e acelerar o metabolismo ainda mais, Sibulmax é o companheiro ideal.

Confira como seguir cada fase:

1ª fase

Para reduzir a secreção do hormônio cortisol, que em excesso aumenta os estoques de gordura, nessa fase, que dura dois dias, é permitida uma dose maior de carboidrato e, por isso, o índice glicêmico é alto.

  • Alimentos permitidos 
    Verduras e legumes (batata-doce e cenoura só em porções moderadas). Abóbora, aipo, abobrinha, alcachofra, alface crespa, aspargo, berinjela, beterraba, brócolis, broto de feijão, cogumelo, couve-flor, inhame, mandioquinha, pepino, rúcula, tomate e vagem.
  • Frutas (três ou quatro porções). Abacaxi, amora, mirtilo, goiaba, kiwi, laranja, limão (taiti e siciliano), maçã, mamão, manga, melancia, melão, morango, pera, tangerina.
  • Proteína animal (porções controladas). Carne vermelha magra (patinho, alcatra, filé-mignon), rosbife e linguiça de frango sem nitrato, frango sem pele, peixe (atum em água, linguado, pescada, sardinha em molho de tomate) e clara de ovo.
  • Proteína vegetal (porções controladas). Feijão, grão-de-bico e lentilha.
  • Grãos e amidos. Arroz integral, aveia laminada sem glúten, leite de arroz sem açúcar, quinua e tapioca

Alimentos proibidos
Gordura. Mesmo as boas.

Exercícios

É indicado, pelo menos, em um dos dias, fazer uma atividade aeróbica (andar, correr, nadar).

2ª fase

É considerada a etapa mais difícil, por ser a mais restritiva. Não permite frutas, grãos e leguminosas. Mas, dura dois dias apenas e as porções de proteína são generosas.

O objetivo é eliminar os estoques antigos de gordura. O cardápio tem um índice glicêmico baixo.

Alimentos permitidos


Verduras e legumes (à vontade). Acelga, agrião, alface roxa, rúcula, alho-poró, endívia, erva-doce, espinafre e pimentão.

Fruta (à vontade). Só limão (siciliano e taiti).

Proteína animal (porções controladas). As mesmas opções da fase 1, mais carne de porco light, carne-seca, cordeiro, tilápia, ostra, peru, salmão defumado e sardinha em molho de tomate.

Alimentos proibidos

Proteína vegetal, amidos, grãos e gordura. Todos os tipos.

Exercícios

Procurar praticar, pelo menos, em um dos dias, uma atividade com peso.

3ª fase

Nessa fase, voltam ao cardápio aqueles alimentos fonte de gordura saudável, as gorduras estocadas e mobilizadas na fase anterior são usadas mais intensamente em forma de energia. Essa etapa dura três dias e tem um índice glicêmico médio.

Alimentos permitidos

Verduras e legumes. As mesmas das fases 1 e 2, mas variando ao máximo as escolhas.

Frutas. Ameixa, amora, coco, água de coco, limão, morango, pêssego, pitanga.

Proteína animal. As mesmas das fases 1 e 2, mais atum em azeite, camarão, carne de porco (lombo), cordeiro, lagosta, lula, ostra, salmão, sardinha em azeite e truta.

Proteína vegetal. Feijão, grão-de-bico, lentilha, leite de amêndoa ou castanha de caju sem açúcar.

Grãos e amidos. Arroz selvagem, aveia laminada sem glúten e pão ou torrada sem glúten.

Gorduras saudáveis. Abacate, azeite extravirgem, azeitona, óleo de coco, homus com azeite, pasta de oleaginosas (amêndoa, nozes, pecã), sementes cruas (abóbora, girassol, linhaça, chia), tahine (pasta de gergelim).

Exercícios

Também é preciso investir, pelo menos um dia, em alongamento, ioga ou outra modalidade que promova o relaxamento, como meditação e massagem.

Dicas e Tratamentos Para Evitar o Câncer de Próstata

O seu médico lhe disse que, de acordo com todos os testes, você tem câncer de próstata localizado (câncer que não se espalhou além da próstata).

* Neste resumo, o termo “médico” refere-se ao profissional de saúde que o trata, como seu médico de família, urologista, oncologista, enfermeiro ou assistente médico.

Esta informação pode não ser útil para você se :

Seu câncer de próstata se espalhou para outras partes do corpo.

O que vou aprender com este resumo?

Este resumo irá informá-lo sobre :

  • O que é câncer de próstata localizado
  • Opções freqüentes de tratamento para o câncer de próstata localizado (observação expectante, vigilância ativa, cirurgia para remoção da próstata, radioterapia e tratamento hormonal)
  • O que os pesquisadores descobriram na comparação de tratamentos
  • Possíveis efeitos colaterais dos tratamentos
  • Tópicos para discutir com seu médico

Este resumo não cobre o seguinte :

  • Como prevenir o câncer de próstata
  • Tratamentos menos freqüentes para o câncer de próstata localizado, como ultrassom focalizado de alta intensidade (ondas sonoras de alta energia), crioterapia (tratamento de congelamento), radioterapia por feixe de prótons (radiação com raios protônicos em vez de raios X) e radioterapia corporal estereotáxica (radiação concentrada de alta energia)
  • Produtos à base de plantas ou vitaminas e minerais
  • Tratamentos (como quimioterapia) para o câncer que se espalhou para fora da próstata

Quais são as fontes desta informação?

Pesquisadores financiados pela Agência de Pesquisa e Qualidade da Saúde (AHRQ), uma agência de pesquisa do governo federal, revisaram estudos sobre tratamentos de câncer de próstata Localizado publicado entre 1 de janeiro de 2007 e 7 de março de 2014. O relatório incluiu 52 estudos e foi revisado por profissionais de saúde, pesquisadores, especialistas e o público.

Conheça sua condição

O que é câncer de próstata localizado?

O câncer de próstata localizado é chamado de câncer, que permanece apenas dentro da próstata e não se espalhou para outras partes do corpo. A próstata é uma glândula masculina com aproximadamente o tamanho de uma noz. Esta glândula produz e armazena o fluido que transporta o esperma.

A próstata está localizada ao lado da bexiga e do reto (parte final do intestino grosso, antes do ânus). É logo abaixo da bexiga e envolve a parte superior da uretra (o tubo onde a urina flui da bexiga).

A maioria dos homens com câncer de próstata localizado tem poucos ou nenhum sintoma. Entre os possíveis sintomas são:

  • Problemas para urinar (como dor ou queimação, dificuldade para iniciar ou parar, ou um fluxo fraco)
  • Dor lombar
  • Dor ejacular
  • Sangue na urina
Nota : É importante notar que a maioria dos homens com esses sintomas não tem câncer de próstata. À medida que os homens envelhecem, a próstata pode aumentar com o tempo. Este e outros problemas de saúde podem causar esses sintomas em homens que não têm câncer de próstata.
Recomendado: Para evitar que você venha a ter câncer de próstata futuramente, recomendamos que você faça uso do Cura Prost que é um suplemento natural para deixar sua próstata saudável e prevenir doenças.

Quão freqüente é o câncer de próstata?

O câncer de próstata é o câncer mais comum em homens após o câncer de pele.

Quem está em risco de desenvolver câncer de próstata?

  • Homens a partir dos 50 anos aumentam o risco de desenvolver câncer de próstata.
  • O câncer de próstata é mais comum em afro-americanos.
  • O risco de câncer de próstata é maior em homens que têm histórico dessa doença em sua família.

Que testes você investiga câncer de próstata?

Entre os testes comuns para investigar o câncer de próstata são:

  • Exame retal digital : seu médico insere um dedo pelo reto e toca a próstata. O médico sente a forma da próstata e procura por partes endurecidas.
  • Exame de sangue para antígeno específico da próstata (PSA): Este exame de sangue indica quanto PSA (uma proteína produzida pela próstata) circula no sangue. Em muitos casos de câncer de próstata, o nível de PSA é maior que o normal ou aumentou com o tempo.
    • Um alto nível de PSA nem sempre significa que os homens têm câncer de próstata. À medida que os homens envelhecem, a próstata pode aumentar com o tempo. Esta ampliação e outros problemas de saúde podem causar um alto nível de PSA em homens que não têm câncer de próstata.

Se os resultados do teste não forem normais, seu médico poderá recomendar outros estudos, como uma biópsia. Durante a biópsia, o médico usa uma agulha para remover um ou vários pequenos fragmentos da próstata. Você pode usar uma sonda de ultra-som para direcionar a agulha. Outro médico, chamado patologista, examina o tecido com um microscópio para células cancerígenas.

O que acontece se minha biópsia mostrar câncer?

Se a biópsia mostrar câncer de próstata, seu médico determinará a probabilidade de o câncer crescer rapidamente e se espalhar. Às vezes, o câncer de próstata cresce lentamente ao longo de muitos anos. Mas outras vezes, cresce rapidamente.

Seu médico pode usar seu nível de PSA, escore de Gleason e escore de tumor (escore T) para avaliar seu nível de risco. As páginas a seguir fornecem mais informações sobre o escore de Gleason, o escore T e os níveis de risco do câncer de próstata.

Pontuação de Gleason

O escore de Gleason é uma escala que é comumente usada para avaliar a rapidez com que o câncer de próstata tende a crescer. Os valores do escore de Gleason podem variar de 2 a 10, mas com mais frequência eles variam de 6 a 10. Quanto mais alto o escore de Gleason, mais provável é que o câncer cresça e se espalhe.

Pontuação do tumor (pontuação T)

O escore T indica quanto o câncer de próstata cresceu.

  • T1 : O câncer é muito pequeno para ser palpado por um exame retal digital ou visto em um estudo de imagem (como ultra-som). O câncer é descoberto em uma biópsia realizada depois que um homem tem um alto nível de PSA ou tem uma cirurgia para problemas com a micção. O câncer é apenas na próstata.
  • T2 : O câncer pode ser palpado durante um exame de toque retal e pode ser visto em um estudo de imagem. O câncer ainda é apenas na próstata.
    • T2a : O câncer cobre um quarto da próstata (metade do lado esquerdo ou direito).
    • T2b : O câncer cobre mais de um quarto da próstata (mais da metade de um lado), mas não cresceu para o outro lado da próstata.
    • T2c : O câncer cresceu para ambos os lados da próstata.
  • T3 : O câncer cresceu fora da próstata (T3a). É provável que o câncer tenha se espalhado para as vesículas seminais (T3b), o par de glândulas ligadas à próstata que ajudam a produzir sêmen.
  • T4 : O câncer cresceu da próstata para tecidos próximos, como o reto ou a bexiga. O câncer de próstata também é comumente disseminado para os gânglios linfáticos (também chamados glândulas linfáticas) e ossos.

Veja mais dicas no vídeo abaixo:

Minerais em Alimentos Para a Saúde Cardiovascular

Atualmente, a dieta que predomina no mundo é a ocidental, que se caracteriza pelo alto consumo de gorduras saturadas, sódio e açúcar. Por sua vez, apresenta deficiências nos minerais que mantêm o equilíbrio corporal, já que o consumo de vegetais, frutas e sementes é insuficiente para cobrir com a ingestão diária recomendada. Por que os minerais são importantes em alimentos para a saúde cardiovascular?

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), as doenças cardiovasculares são a principal causa de morte no mundo. Para a prevenção eficaz e tratamento oportuno destes distúrbios, a implementação de uma dieta saudável é recomendada em conjunto com a prática usual de atividade física como um tratamento adjuvante ao farmacológico. 

O que são doenças cardiovasculares?

Eles são um grupo de distúrbios que incluem distúrbios cardíacos, doenças cerebrais vasculares e doenças dos vasos sanguíneos. Todos os anos, 17,1 milhões de pessoas morrem no mundo por causa dessas condições.

Em Espanha, as doenças cardiovasculares representam um custo anual de 9.000 milhões de euros para os seus cuidados , um número reportado pela Fundação Espanhola do Coração . Segundo a OMS, 80% das mortes atribuíveis a essas doenças poderiam ter sido evitadas seguindo um estilo de vida saudável e reduzindo os fatores de risco.

Principais fatores de risco para o desenvolvimento de doença cardiovascular

Maus hábitos alimentares, juntamente com hábitos prejudiciais à saúde, estão diretamente correlacionados com o desenvolvimento da aterosclerose. Esta doença é caracterizada pela formação de uma placa lipídica ou gordurosa nos vasos sanguíneos , impedindo o seu bom funcionamento.

Entre os fatores que promovem o desenvolvimento de um processo aterosclerótico estão:

  • Fatores comportamentais de risco: tabagismo, sedentarismo, dieta rica em sal, gordura e energia, além do alcoolismo.
  • Fatores de risco metabólicos: hipertensão, diabetes mellitus, hipercolesterolemia, sobrepeso e obesidade

As doenças metabólicas estão intimamente relacionados com fatores de risco comportamentais. A dieta ocidental está associada ao acúmulo excessivo de tecido adiposo no organismo, refletido no aumento do peso corporal dos indivíduos.

O sobrepeso e a obesidade são condições que causam alterações no funcionamento dos órgãos, desencadeando doenças como diabetes mellitus, hipertensão arterial e dislipidemias.

A realização de um estilo de vida saudável representa mudanças nos hábitos alimentares e na prática de exercícios. Existem recomendações nutricionais específicas para regular os distúrbios metabólicos, além de planos alimentares que controlam inúmeros fatores de risco e exercem um efeito cardioprotetor. Entre eles, o mais conhecido é a abordagem dietética para o controle da hipertensão (dieta DASH).

Dieta DASH: minerais em alimentos com atividade vascular

A dieta DASH é um padrão alimentar criado pelo Instituto Nacional do Coração, Pulmão e Sangue (NHLBI). É caracterizado por:

  • Um grande consumo de legumes e frutas.
  • Substituir farinha refinada por grãos integrais.
  • Contribuição moderada de gorduras e alimentos de origem animal.
  • Ocasional ou nenhum consumo de produtos com alto teor de açúcar.

Esta dieta efetivamente modula os principais fatores metabólicos associados ao desenvolvimento de um evento cardiovascular. Numerosas metanálises, segundo Chiavaroli L e cols. Em 2019, mostram que o consumo dessa dieta diminui a incidência de eventos cardiovasculares, pressão sangüínea, colesterol total, colesterol LDL, hemoglobina glicosilada, insulina plasmática em jejum e peso corporal em ensaios clínicos.

Os efeitos benéficos atribuíveis à dieta DASH estão relacionados ao efeito biológico de outros componentes nutricionais em alimentos, como flavonóides, que possuem atividade anti-inflamatória e antioxidante, além de minerais presentes em alimentos com atividade nos vasos sanguíneos.

Quais são os principais minerais nos alimentos para preservar a saúde cardiovascular?

Como podemos ver, existem muitos nutrientes que têm um impacto positivo na saúde cardiovascular. No entanto, focaremos esta seção em minerais em alimentos que, como destacado por um estudo publicado no Current Hypertension Reports, são benéficos.

Potássio

Apresenta interação com o sistema renina-angiotensina, alterando a atividade plasmática da retina, evitando o aumento dos valores da pressão arterial. Também participa da excreção renal de sódio, de modo que os marcadores de disfunção endotelial são reduzidos.

  • Alimentos:   espinafre, tomate, abobrinha, cogumelos, banana, nozes, abacate e sementes de chia.

Magnésio

Atua como um inibidor da contração do músculo liso vascular, exercendo um efeito vasodilatador para que o sangue flua a baixa pressão através das veias e artérias.

  • Alimentos: nozes, chocolate amargo (70% cacau) e grãos integrais.

Cálcio

Tem um efeito semelhante à família de medicamentos anti-hipertensivos conhecidos como inibidores da enzima conversora da angiotensina (IECA), inibindo a contração vascular. Também colabora com o potássio para excreção renal de sódio.

  • Alimentos fontes: leite desnatado, sardinha, amêndoas e grão de bico.

O consumo de uma dieta variada, rica em vegetais, frutas e grãos integrais, com contribuição moderada de alimentos de baixo teor de gordura animal, cobrirá as exigências de minerais cardio protetores, bem como outros componentes nutricionais que manterão o corpo funcionando de forma otimizada.

Também controlará os fatores de risco metabólicos associados ao desenvolvimento de doenças cardiovasculares.

Finalmente …

É importante ir com um nutricionista para realizar uma avaliação nutricional adequada e diagnóstico, a fim de obter um plano de refeições individualizado que atenda às necessidades de cada pessoa e contribua para melhorar a saúde.